Acho que gosto de desamar, desafoguear, ao menos, por estranha que seja essa certeza de eternidade abreviada (hibernante?) a me espreitar das esquinas de mais um dia cinza.
Penso nisso enquanto apago por aqui rastros outros, a pedidos, mesmo cravejada de interrogações, e lembro que não existe final que não traga em si sementes de recomeço.
E sorrio, é fato.
(porque há dias em que me sinto grande e sábia, em que tudo se reveste de sentido e a vida me encanta irremediavelmente)