Poesia, sexo e devaneios.

Quinta-feira, Dezembro 02, 2004
Estes meses como um mergulho do avesso, eu brotando de mim mesma lenta-mente.
Depois do tempo sem poesia entre as flores roxas volto ao cinza da cidade que me economiza sorrisos.
Aqui são raros os azuis escancarados, não mais arco-íris colorindo as vidraças fora o verde das torres segurando o céu de nuvens baixas. Passam os dias, tenho os móveis e idéias quase em seus lugares mas não sei bem quem sou sem os pés fincados na areia de lá.
Ainda.


O vento é frio para além das cortinas, e o visgo na boca me lembra que transição é mudança que se arrasta zombando das parcas objetividades.
Devaneado às 9:58 PM Fala, vai:

home
passado...
as origens se perderam no tempo. se quiser chegar ao início da história, eu te levo pela mão.


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