Poesia, sexo e devaneios.

Domingo, Março 13, 2005
Atocontínuo, raiva como nunca, stacatto à beira da brisa fresca e alheia.
Sábado e sol para além da janela escancarada.

E eu espetada agora pela certeza aguda de que sim, seria capaz.
impassível aresta de cubo branco pousado na curva da sombra que arrasto

Devaneado às 12:33 AM Fala, vai:

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passado...
as origens se perderam no tempo. se quiser chegar ao início da história, eu te levo pela mão.


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