Poesia, sexo e devaneios.

Quinta-feira, Agosto 18, 2005
Hoje ia a tarde alta adivinhando a lua e eu seguia um corpo entre tantos de todo dia aqui. Hoje a tarde alta e eu pensando coisas, e as estações uma a uma, é verdade, eu tenho pensado coisas estes dias. E rido para a voz dele lá de longe, cumplicidade feita de meandros que nem dez anos ou o mar inteiro, e achado genial ter ganho assim uma hora por semana pra chorar.
Mas não são lágrimas que me enchem os olhos ávidos.

A tarde alta, a cintura branca, nuca fugindo, estação final.
Eu de costas pro fluxo, sim. Mocassim velho, meia rosa, pessoas cinzas, pensamentos.
Quereres.
Devaneado às 9:51 AM Fala, vai:

home
passado...
as origens se perderam no tempo. se quiser chegar ao início da história, eu te levo pela mão.


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