Poesia, sexo e devaneios.

Terça-feira, Setembro 13, 2005
De tempos em tempos olhos, olhares novos a decifrar. Mer-gu-lhar, eu diria, no quase-verde-cinza de olhos que trouxeram faísca e boca e mão e pele e ah... frio foi tudo o que não fez ali. De tempos em tempos noites, horas de falar e de calar, ciclo.
De tempos em tempos sangue, aviso, presença pulsante, nó.

Ainda agora a notícia do feminino que rebrota (algo óbvio, sim), ainda ali os restos de escritos anteriores, das fotos que eu queria, de vontades que nem sei. Desta janela não vejo a lua, destas madrugadas me fogem os fantasmas, mas há algo do livro cravado (sina?) sempre no escorrer das horas.
E o vermelho ainda tem suas marés.
Devaneado às 12:00 AM Fala, vai:

Segunda-feira, Setembro 05, 2005

Devaneado às 11:05 AM Fala, vai:

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passado...
as origens se perderam no tempo. se quiser chegar ao início da história, eu te levo pela mão.


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