De tempos em tempos olhos, olhares novos a decifrar. Mer-gu-lhar, eu diria, no quase-verde-cinza de olhos que trouxeram faísca e boca e mão e pele e ah... frio foi tudo o que não fez ali. De tempos em tempos noites, horas de falar e de calar, ciclo.
De tempos em tempos sangue, aviso, presença pulsante, nó.
Ainda agora a notícia do feminino que rebrota (algo óbvio, sim), ainda ali os restos de escritos anteriores, das fotos que eu queria, de vontades que nem sei. Desta janela não vejo a lua, destas madrugadas me fogem os fantasmas, mas há algo do livro cravado (sina?) sempre no escorrer das horas.
E o vermelho ainda tem suas marés.