Poesia, sexo e devaneios.

Quinta-feira, Novembro 17, 2005
É que, no sonho, as minhas cartas já vinham recortadas...

Menina do ar como naquela música de tão antes, violão barco e juventude, o passado tem andado na corda bamba da superfície aqui. E eu que não sei se ainda sei dizer de vermelhos, eu abrindo janelas atrás do sol raro, tantos tantos pensamentos acridoces!
Ler mais e escrever e espanar o vulgar dos dias. Tarefas. Lida-tempo-mistério. Mistério. A boca é mesmo rosa num matiz que nunca vi, os olhos de maremoto como um perigo que suga. Sempre os abismos e os vórtices, sim, o quasefetiche de arroubos e urgências permanece e eu sigo presa ao livro querendo mundos. Penso alquimias, reviro gavetas, adivinho pinceladas noutro tom. A paciência da espera desta vez não me apraz.

Pedalei outro dia,
o vento espalhou cabelos e idéias com cheiro de grama fresca pela tarde.
Devaneado às 10:51 AM Fala, vai:

home
passado...
as origens se perderam no tempo. se quiser chegar ao início da história, eu te levo pela mão.


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