Poesia, sexo e devaneios.

Domingo, Fevereiro 05, 2006
Algo na forma como o sol fura a cortina trouxe de novo aqueles dias perdidos.
Um trecho do livro, fumaça de canela vinda da cozinha, as possibilidades todas que há tanto não. O indefinível de tudo isso misturado formando um mo-men-to.
(lento, sim, tardes de domigo sempre são)

Saudade, ela diz. Sorriso.
Meus olhos na modorra transbordam nostalgia quase sem palavras. E calor.
Se fosse música, sem dúvida um jazz.
Devaneado às 4:31 PM Fala, vai:

home
passado...
as origens se perderam no tempo. se quiser chegar ao início da história, eu te levo pela mão.


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