Poesia, sexo e devaneios.

Sexta-feira, Junho 16, 2006
lembranças palpáveis palpitam sincrônicas.
ela fala do lugar-flor dos desabrochares,
eu acho estranho dançar em memórias que não guardam ondas nem sol em paredes roxas.
ainda?
raízes furando o cinza, that's it, vermelho infiltrado,
a quina do quarto marcada para sempre de vida, o espanto bom que parece nunca mais vai me sair do olhar.

dias frios outra vez, dura poesia concreta da menina, ironia, ironia, que agora tem cabelos ao vento nas esquinas de lá.
(alecrim, eu escolhi, e aquela canção antiga que traz em cada verso muitos punhais)

Devaneado às 9:27 PM Fala, vai:

home
passado...
as origens se perderam no tempo. se quiser chegar ao início da história, eu te levo pela mão.


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