Poesia, sexo e devaneios.

Sexta-feira, Setembro 22, 2006
basta resvalar no que pulsa, eu nem sei porque ainda me espanto.
arqueologia inesperada, meus olhos presos nela a dizer que tem medo de abismos vertem a melodia mesma e íntima.
mas então os anos, as vicissitudes, as ironias... ?

já não dói faz tempo. cintila.
Devaneado às 1:21 PM Fala, vai:

como se poesia na tarde exausta, compramos pêssegos.
e depois das muitas lágrimas o sumo ainda acre e um sorriso de primeira vez que borrou de amarelo minhas asperezas.
Devaneado às 11:34 AM Fala, vai:

home
passado...
as origens se perderam no tempo. se quiser chegar ao início da história, eu te levo pela mão.


This page is powered by Blogger. Isn't yours?