basta resvalar no que pulsa, eu nem sei porque ainda me espanto.
arqueologia inesperada, meus olhos presos nela a dizer que tem medo de abismos vertem a melodia mesma e íntima.
mas então os anos, as vicissitudes, as ironias... ?
como se poesia na tarde exausta, compramos pêssegos.
e depois das muitas lágrimas o sumo ainda acre e um sorriso de primeira vez que borrou de amarelo minhas asperezas.