Poesia, sexo e devaneios.

Segunda-feira, Junho 30, 2008
Uma certa luz enviesada nas cortinas, livro recém-aberto, o chiado das ervas na panela, música antiga, risadas na tarde nublada. Então era simples assim, estava o tempo todo aqui o que eu tanto buscava? Porões destrancados sem estrondo, liturgia do avesso - dizei uma só palavra e minha alma será para sempre lançada no abismo da dúvida.

Sonhei conosco hoje, e era tão bom que tinha cheiro.

Devaneado às 2:00 PM Fala, vai:

home
passado...
as origens se perderam no tempo. se quiser chegar ao início da história, eu te levo pela mão.


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