Poesia, sexo e devaneios.

Segunda-feira, Março 02, 2009
Tesão. Ciúme. Amor. Dar voz na carne ao sem-nome travado na garganta. Que volta. Ainda. Mistério de pele tatuagem na nuca perfume camisola quarto de hotel. Mistério do gozo no outro sorriso dela parede roxa sol na cozinha caranguejos verão. Inspirações vermelhas, palavras secretas, aquilo que dói ou já não. Tudo tão longe agora. Tudo quase inventado. Tudo tanto sempre.
Devaneado às 10:17 AM Fala, vai:

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passado...
as origens se perderam no tempo. se quiser chegar ao início da história, eu te levo pela mão.


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